Walkiria Assunção
No Brasil, o discurso em favor da educação popular é antigo: precedeu mesmo a Proclamação da República.
Desde então, e até hoje, diagnósticos, denúncias e propostas de educação popular têm estado sempre presente no discurso político sobre a educação no Brasil, até hoje esse discurso vem sempre inspirado nos ideais democrático – liberais: o objetivo é a igualdade Social, e a democratização do ensino é vista como instrumento essencial para a conquista desse objetivo.
Assim as expressões “ igualdade de oportunidade educacionais” e “educação como direito de todos” tornaram –se, no Brasil, lugares-comum, num repetido discurso em favor da democratização do ensino.
Ao longo do tempo, esse discurso pela democratização do ensino ora toma uma direção quantitativa, em defesa da ampliação de ofertas educacionais _ aumento do número de escolas para as classes populares; obrigatoriedade e gratuidade do ensino elementar _ ora se volta para a melhoria quantitativa do ensino _ reformas educacionais, reforma e mutações da organização escolar, introdução de novas metodologias de ensino, aperfeiçoamento de professores.
Na Verdade, o discurso oficial pela democratização da escola, seja na direção quantitativa, seja na direção qualitativa procura responder à demanda popular por educação, por acesso `instrução e ao saber. A escola pública não é, como erroneamente se pretende que seja, uma doação do Estado ao povo; ao contrário, ela é uma progressiva e lenta conquista das camadas populares em sua luta pela democratização do saber, através da democratização da escola.
Nessa luta o povo, ainda não é vencedor, continua vencido: não há escola para todos, e a escola que existe é antes contra o povo que para o povo.
Nas sociedades capitalistas, a divisão de classes e resultados não das características do indivíduo, mas da divisão do trabalho: isto é, é determinada pelo modo de produção capitalista, em que um grupo, dono do capital, se apropria do trabalho de outro grupo, que vende sua força de trabalho ao primeiro.Os danos do capital e, por isso, danos também dos meios de produção, constituem o grupo dominante, que goza de condições materiais de vida privilegiadas; as classes trabalhadoras que vendem sua força de trabalho aos donos do capital, constituem as classes dominadas, social e economicamente desfavorecidas.
As desigualdades sociais têm, pois, origens econômicas, e nada têm a ver com desigualdade naturais ou desigualdades de dom, aptidão ou inteligência.
As condições de vida de que gozam as classes dominantes e, em conseqüência, as formas de socialização da criança no contexto dessas condições permitem o desenvolvimento, desde a primeira infância, de características _ hábitos, atitudes, conhecimentos, habilidades, interesses _ que lhe dão a possibilidade de ter sucesso na escola ao contrário, as condições de vida das classes dominadas e as formas de socialização da criança no contexto dessas condições não favoreceriam o desenvolvimento dessas características e, assim seriam responsáveis pela dificuldades de aprendizagem dos alunos delas provenientes.
Tal como na ideologia do dom, aqui também o “erro”, responsável pelo fracasso, estaria no aluno: segundo a ideologia do dom, ele seria portador de desvantagens intelectuais ( dom, aptidão, inteligência ); segundo a ideologia das deficiência cultural, ele será portador da déficits socioculturais.
Para essa ultima camada populares e a busca de soluções para ele ocorrem no quadro de uma verdadeira, “ patologia Social”, em que as doenças do contexto cultural em que vivem essas camadas devem ser “ tratadas” pela escola, cuja função seria “ compensar” as deficiências do aluno, resultantes de sua “deficiência”, “carência” ou “privação” culturais.
Há culturas diferentes, e qualquer comparação que pretenda atribuir valor positivo ou negativo a essas diferenças e cientificamente errônea. Para essa ideologia das diferenças culturais, outra é a explicação para o fracasso, na escala, das alunas pertencentes às camadas populares.
Não há grupo social a que possa faltar cultura já que este termo, em seu sentido antropológico, significa precisamente a maneira pela qual um grupo social se identifica como grupo através de comportamentos, valores, costumes, tradições, comuns e partilhados. Negar a existência de cultura em determinado grupo e negar a existência do próprio grupo.
O que se deve reconhecer é que há uma diversidade de “culturas”, diferentes uma das outras, mas todas igualmente estruturadas, coerente, complexos.
Quando se trata, porém, das sociedades modernas, predominantemente industriais e urbanas, o termo cultura, no singular, torna-se quase inútil: são sociedades em que convivem vários grupos, cada um deles em diferentes condições materiais de existência e, conseqüentemente, com estilos próprio de vida, ou seja cada um com características culturais próprios: pode se dizer que são culturas no plural.
Não são, naturalmente, grupos isolados e, independentes; articulam-se uns com os outros.
Os padrões culturais, das classes dominadas são consideradas como uma “ subcultura” avaliada em comparação com a cultura dominante, isto é, com os padrões idealizados de cultura, que constituem a cultura dos grupos social e economicamente privilegiadas. E assim que a diferença se transforma em diferencia, em privação, em carência.
A escola, como instituição a serviço da sociedade capitalista, assume e valoriza a cultura das classes dominantes; assim o aluno proveniente das classes dominadas nela encontra padrões culturais que são os seus e que são apresentados como “ certas”, enquanto os seus próprios padrões são ignorados como “ errados” . Seu comportamento é avaliado em relação a um “modelo,” que é o comportamento das classes dominantes; os testes e provas a que é submetido são culturalmente preconceituosos, construídos a partir de pressupostos etnocêntricos, que supõem familiaridade com conceitos e informações próprio do universo cultural das classes dominante. Esse aluno sofre, dessa forma, um processo de marginalização cultural e fracassa, não por deficiência intelectuais ou culturais, como sugerem a ideologia do dom e a ideologia da deficiência cultural.
Pode-se dizer que a ideologia da deficiência cultural tem sua origem e seu mais importante argumento no conceito de “ déficit lingüístico; chegou-se mesmo a sugerir a existência de uma “ teoria da deficiência lingüística”, que explicaria o fracasso escolar das camadas populares.
Por outro lado a ideologia das diferenças culturais tem seu principal suporte em estudos de sociolingüística sobre linguagem das camadas populares, que a pesquisa mostra ser diferente da linguagem socialmente prestigiada, mas não inferior nem deficiente; são esses estudos que constituem o principal fundamento da contestação da ideologia da deficiência cultural e lingüística.
O papel central atribuído à linguagem numa e noutra ideologia explica-se por sua fundamental importância no contexto cultural: a linguagem é, ao mesmo tempo, o principal produto da cultura, e é o principal instrumento para sua transição.
Nos dias atuais, continua presente o poder que ainda tem as sociedades capitalistas, onde os individuais ainda são destacados pela classe.
A classe dominante continua tendo uma influência muito grande no Estado, interferindo de certa forma na cultura social abrangendo a educação, onde os filhos das classes dominantes continuaram tendo maior facilidade para estudar e chegar a universidade.
Esse grupo continua a explorar o trabalho da classe dominada, por sua vez essa classe busca uma escola melhor, uma educação mais constituída para seus filhos, eles querem mudanças para que seus filhos venham ter a oportunidade que eles não tiveram, para que isso aconteça e preciso que os políticos eleitos pelo povo, para trabalhar para o povo, e que venham ter mais responsabilidades com o dinheiro público, investindo mais na educação para a classe popular, que não fique só no papel mas que passe para a prática.
Quem sabe essa classe dominante deixe de explorar o trabalho da classe dominada, e essa classe deixe de existir e possamos ter mais dignidade e uma igualdade social.
Mas enquanto existir a classe dominante socioeconômica favorecida continuaremos a buscar mais uma e mais um para cobrar que justiça seja feita e que a classe dominada aprenda cada vez mais a cobrar os seus direitos de cidadão e que a frase: “ que todos merecem direitos iguais” seja verdadeira.
Enquanto isso os donos do capital vão continuando sufocando os desfavorecidos, a educação caótica prevalecendo, as escolas visando só a produção do capitalista.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
LIDERANÇA DEMOCRATICA
Walkiria Assunção
Uma Nação, um Estado, um município, dentro de cada um desses setor, sem liderança não funciona.
A Liderança esta presente até dentro da família, da escola, da igreja e outros seguimentos.
E através dela que se mobilizam as massas populares independente de raça e crenças.
Um bom líder faz a sua história , mesmo usando a liderança para chegar ao poder, eles movimentam camadas sociais que dentro dos seus anseios e necessidades em algumas dão margens a dominação, onde o individuo obedece, obedece na certeza que está fazendo o certo “ A cegueira Social”.Certos lideres deitam e rolam, alteram o cotidiano do individuo interagindo no seu grupo social desestruturando todo seu pensamento levando-o a favorecer esses mercenários do poder.
A Igreja e o Estado ainda predominam essa liderança manipuladora da classe menos favorecida.
O Papel do líder e muito importante para qualquer área ou setor, principalmente daquele que esta a frente da educação.
A evolução dos tempos corre desfreadamente como louco; o ritmo da vida constantemente se acelera, as invenções, os métodos de transporte os meios de comunicação desenvolvem-se com uma rapidez sempre crescente.
As mudanças são tão rápidas, o mundo progride, mas a simples mudança não quer dizer progresso.
O progresso consiste em evolução no sentido de objetivos socialmente desejáveis. Esses objetivos são trazido em grande parte por intermédio dos lideres.
O líder é um individuo que possui alguma qualidade, conhecimento, habilidade, ele pode consisti no comando ou dominação, ou a liderança democrática.
No momento a luta pela liderança democrática dentro da comunidade escolar, visa o trabalho participativo onde se trabalha em conjunto em beneficio de um fim comum.
A liderança democrática estimula o individuo a buscar no coletivo a cooperação do outro em favor de uma finalidade que venha de acordo com o melhor para todos. Esse processo de cooperação do grupo tem a orientação do líder que não se utiliza dos outros para alcançar seus próprios objetivos, mas age com seu grupo criando meios de promover a causa comum, cada um se torna mais forte com a presença do outro, ignorando nacionalidade, cor e sexo.
Muito se fala na Educação Predatória ainda nos dias de hoje, que não leva sua comunidade escolar a se desenvolver intelectualmente, mantendo-os cegos também, oferecendo-lhes assistencialismo barato.
Esse tipo de Liderança corrupta, é uma doença onde chega a desestimular o individuo a ver novos horizontes. Por isso a Educação Transformadora passa a ocupar um papel importante em todo os grupos sociais, e preciso destruir essa estratégia horrorosa da educação conformista e reforçar a instituição escolar dando-lhe autonomia para elas passem a ser uma escola democrática, centro das decisões, com salários competitivo para atrair melhores professores.
A implantação da liderança democrática é muito importante para os autores do movimento que buscam a transformação da educação que se ensina em certas escolas ou até mesmo nas que pregam a teoria e na prática nada.
A política educacional no contexto escolar, que tem que gerar mudanças participativas no processo de tomadas de decisões; mudar não significa apenas melhorar o que já existe mas transformar a forma de pensar e abrir espaço para a escola do futuro.
É preciso que a liderança escolar leve para dentro da sua comunidade a família da sua clientela, para discutir as questões fundamentais relacionadas a uma escola que promoverá a qualidade do ensino.
Não e fácil romper a mesmice da educação dos séculos passados, não e fácil vencer os dominantes sozinha a escola precisa trabalhar bem todas as partes que envolvem sua gestão para chegar a sua autonomia, rompendo com o velho “ tradicional”.
A democratização exigirá o aperfeiçoamento das teorias administrativa, visando o trabalho coletivo elaborando projetos a partir de dados reais com a participação dos indivíduos envolvidos no processo educacional.
Temos que reconhecer que na escola há necessidade de haver liderança preparada para liderar, essa lideranças para estar a frente precisa ser esclarecida e ter consciência da sua responsabilidade com a importância da escola na vida do individuo.
A escola vem sendo vista nos dias de hoje como auxiliar na construção de identidade do individuo, algumas instituições nesses últimos tempos começam a considerar o problema suavemente e buscar mais eficácia nas necessidades de sua comunidade procurando modestamente com clareza estimular sua clientela com eficácia no seu desenvolvimento cognitivo.
Tem escolas que se preocupam em trazer nos dias de hoje sua comunidade para o “novo”. O estudo da realidade local, fugindo do passado onde seus educando viviam enclausurados dentro da sala de aula, num ensino de pura dominação e manipulação apartados da vida real.
Esse isolamento e responsável em grande parte pela falta de relação com a mudança no modo de liderar a escola.
Esta ocorrendo um esforço de certas escolas em fazer a diferença, começando desde o líder o (diretor) até a equipe de apoio, a necessidade de considerar os problemas da atualidade de maneira mais exata buscando a mudança.
O diretor faz o papel faz o papel de mediador entre a escola e a comunidade, ele envolve todos no movimento de transição levando-os a conhecer a escola do futuro que sem sonhamos, e preciso que a escola tenha um diretor educador, pois e difícil a mesma pessoa assumir a liderança e ao mesmo tempo articular a participação dos envolvidos nos projetos pedagógicos da escola de forma que todos dêem a sua participação.
• (aqui vou citar a Pedagogia do Oprimido)
Paulo Freire com a pedagogia do oprimido deixou sua participação para essa mudança.
A mudança na administração escolar, no planejamento, na metodologia, no seu currículo e nos conteúdos , vem trazendo atividades que o individuo possa interagir aos acontecimento da sua vivencia local, colocando-o a campo de pesquisa sobre sua realidade, sendo esse o primeiro passo para sua mudança.
Toda essa prática e importante e útil para o individuo, não resta duvida que essa relação mais próxima entre a escola e a realidade da vida social dele vem agindo da melhor maneira possível diante das circunstância com que se defrontam, afim de preparar o individuo para a vida.
Ninguém pode se tornar cidadão esclarecido sem o conhecimento das questões da vida de que partilha.
O Estado e certas instituições tem que compreender e aceitar a transformação da educação, não da mais para esperar tem que haver mudanças a escola precisa ser ativa , a a necessidade de participar na formação do caráter do individuo que
Aprende na rua com professores da violência como interagir no meio com uma arma na mão, esse professor tem que ser banido da sociedade mas para isso e preciso que aja coerência e entendimento entre os responsáveis da educação para que o individuo deixe de aprender com professores destruidores do desenvolvimento intelectual do individuo tirando-o da rua oferecendo-lhe escola com professores transformadores que os ajudarão a interagir no meio enterrando certas aprendizagem que vem interferir em nossas vidas.
A vida escolar se transforma em muitos aspectos, no sentido de proporcionar um meio melhor para o desenvolvimento desses traços de caráter úteis a sociedade.
A escola tem que ter um planejamento educacional eficaz, bem planejado, continuo e coordenado. Nenhuma educação qualquer que seja o seu tipo será eficiente a menos que ofereça oportunidade para a experiência real do individuo. Essas experiências vão levar o individuo a vencer as etapas do seu desenvolvimento aumentando o seu conhecimento cognitivo dando-lhe capacidade de olhar de outro modo as coisas que o cerca oferecendo-lhe a oportunidade para obter a cooperação de um grupo, que o ajudará a vencer entre a vida escolar e a vida do seu cotidiano .
Muitas escolas estão verdadeiramente fazendo sua parte na aprendizagem do individuo nesse novo caminhar.
O diretor da escola o (líder) de todo corpo docente e o primeiro a vestir a camisa da mudança.
Uma Nação, um Estado, um município, dentro de cada um desses setor, sem liderança não funciona.
A Liderança esta presente até dentro da família, da escola, da igreja e outros seguimentos.
E através dela que se mobilizam as massas populares independente de raça e crenças.
Um bom líder faz a sua história , mesmo usando a liderança para chegar ao poder, eles movimentam camadas sociais que dentro dos seus anseios e necessidades em algumas dão margens a dominação, onde o individuo obedece, obedece na certeza que está fazendo o certo “ A cegueira Social”.Certos lideres deitam e rolam, alteram o cotidiano do individuo interagindo no seu grupo social desestruturando todo seu pensamento levando-o a favorecer esses mercenários do poder.
A Igreja e o Estado ainda predominam essa liderança manipuladora da classe menos favorecida.
O Papel do líder e muito importante para qualquer área ou setor, principalmente daquele que esta a frente da educação.
A evolução dos tempos corre desfreadamente como louco; o ritmo da vida constantemente se acelera, as invenções, os métodos de transporte os meios de comunicação desenvolvem-se com uma rapidez sempre crescente.
As mudanças são tão rápidas, o mundo progride, mas a simples mudança não quer dizer progresso.
O progresso consiste em evolução no sentido de objetivos socialmente desejáveis. Esses objetivos são trazido em grande parte por intermédio dos lideres.
O líder é um individuo que possui alguma qualidade, conhecimento, habilidade, ele pode consisti no comando ou dominação, ou a liderança democrática.
No momento a luta pela liderança democrática dentro da comunidade escolar, visa o trabalho participativo onde se trabalha em conjunto em beneficio de um fim comum.
A liderança democrática estimula o individuo a buscar no coletivo a cooperação do outro em favor de uma finalidade que venha de acordo com o melhor para todos. Esse processo de cooperação do grupo tem a orientação do líder que não se utiliza dos outros para alcançar seus próprios objetivos, mas age com seu grupo criando meios de promover a causa comum, cada um se torna mais forte com a presença do outro, ignorando nacionalidade, cor e sexo.
Muito se fala na Educação Predatória ainda nos dias de hoje, que não leva sua comunidade escolar a se desenvolver intelectualmente, mantendo-os cegos também, oferecendo-lhes assistencialismo barato.
Esse tipo de Liderança corrupta, é uma doença onde chega a desestimular o individuo a ver novos horizontes. Por isso a Educação Transformadora passa a ocupar um papel importante em todo os grupos sociais, e preciso destruir essa estratégia horrorosa da educação conformista e reforçar a instituição escolar dando-lhe autonomia para elas passem a ser uma escola democrática, centro das decisões, com salários competitivo para atrair melhores professores.
A implantação da liderança democrática é muito importante para os autores do movimento que buscam a transformação da educação que se ensina em certas escolas ou até mesmo nas que pregam a teoria e na prática nada.
A política educacional no contexto escolar, que tem que gerar mudanças participativas no processo de tomadas de decisões; mudar não significa apenas melhorar o que já existe mas transformar a forma de pensar e abrir espaço para a escola do futuro.
É preciso que a liderança escolar leve para dentro da sua comunidade a família da sua clientela, para discutir as questões fundamentais relacionadas a uma escola que promoverá a qualidade do ensino.
Não e fácil romper a mesmice da educação dos séculos passados, não e fácil vencer os dominantes sozinha a escola precisa trabalhar bem todas as partes que envolvem sua gestão para chegar a sua autonomia, rompendo com o velho “ tradicional”.
A democratização exigirá o aperfeiçoamento das teorias administrativa, visando o trabalho coletivo elaborando projetos a partir de dados reais com a participação dos indivíduos envolvidos no processo educacional.
Temos que reconhecer que na escola há necessidade de haver liderança preparada para liderar, essa lideranças para estar a frente precisa ser esclarecida e ter consciência da sua responsabilidade com a importância da escola na vida do individuo.
A escola vem sendo vista nos dias de hoje como auxiliar na construção de identidade do individuo, algumas instituições nesses últimos tempos começam a considerar o problema suavemente e buscar mais eficácia nas necessidades de sua comunidade procurando modestamente com clareza estimular sua clientela com eficácia no seu desenvolvimento cognitivo.
Tem escolas que se preocupam em trazer nos dias de hoje sua comunidade para o “novo”. O estudo da realidade local, fugindo do passado onde seus educando viviam enclausurados dentro da sala de aula, num ensino de pura dominação e manipulação apartados da vida real.
Esse isolamento e responsável em grande parte pela falta de relação com a mudança no modo de liderar a escola.
Esta ocorrendo um esforço de certas escolas em fazer a diferença, começando desde o líder o (diretor) até a equipe de apoio, a necessidade de considerar os problemas da atualidade de maneira mais exata buscando a mudança.
O diretor faz o papel faz o papel de mediador entre a escola e a comunidade, ele envolve todos no movimento de transição levando-os a conhecer a escola do futuro que sem sonhamos, e preciso que a escola tenha um diretor educador, pois e difícil a mesma pessoa assumir a liderança e ao mesmo tempo articular a participação dos envolvidos nos projetos pedagógicos da escola de forma que todos dêem a sua participação.
• (aqui vou citar a Pedagogia do Oprimido)
Paulo Freire com a pedagogia do oprimido deixou sua participação para essa mudança.
A mudança na administração escolar, no planejamento, na metodologia, no seu currículo e nos conteúdos , vem trazendo atividades que o individuo possa interagir aos acontecimento da sua vivencia local, colocando-o a campo de pesquisa sobre sua realidade, sendo esse o primeiro passo para sua mudança.
Toda essa prática e importante e útil para o individuo, não resta duvida que essa relação mais próxima entre a escola e a realidade da vida social dele vem agindo da melhor maneira possível diante das circunstância com que se defrontam, afim de preparar o individuo para a vida.
Ninguém pode se tornar cidadão esclarecido sem o conhecimento das questões da vida de que partilha.
O Estado e certas instituições tem que compreender e aceitar a transformação da educação, não da mais para esperar tem que haver mudanças a escola precisa ser ativa , a a necessidade de participar na formação do caráter do individuo que
Aprende na rua com professores da violência como interagir no meio com uma arma na mão, esse professor tem que ser banido da sociedade mas para isso e preciso que aja coerência e entendimento entre os responsáveis da educação para que o individuo deixe de aprender com professores destruidores do desenvolvimento intelectual do individuo tirando-o da rua oferecendo-lhe escola com professores transformadores que os ajudarão a interagir no meio enterrando certas aprendizagem que vem interferir em nossas vidas.
A vida escolar se transforma em muitos aspectos, no sentido de proporcionar um meio melhor para o desenvolvimento desses traços de caráter úteis a sociedade.
A escola tem que ter um planejamento educacional eficaz, bem planejado, continuo e coordenado. Nenhuma educação qualquer que seja o seu tipo será eficiente a menos que ofereça oportunidade para a experiência real do individuo. Essas experiências vão levar o individuo a vencer as etapas do seu desenvolvimento aumentando o seu conhecimento cognitivo dando-lhe capacidade de olhar de outro modo as coisas que o cerca oferecendo-lhe a oportunidade para obter a cooperação de um grupo, que o ajudará a vencer entre a vida escolar e a vida do seu cotidiano .
Muitas escolas estão verdadeiramente fazendo sua parte na aprendizagem do individuo nesse novo caminhar.
O diretor da escola o (líder) de todo corpo docente e o primeiro a vestir a camisa da mudança.
O ESPÍRITO DE CONTRADIÇÃO
E tão comum, que poucas famílias não tenham, em casa, um parente qualquer com esse vicio de imaginação.
O espírito de contradição é um elemento peculiar a certos caracteres, ou melhor, um traço do caráter, o qual é capaz de se combinar a outros tipos diversos da personalidade.
É costume apresentarem, na primeira linha desses tipos, o orgulho( o indivíduo tem-se em alta conta). Em segundo lugar, cita-se a desconfiança, a qual por sua vez, complica-se com um certo grau de inconciabilidade e misantropia. Por outro lado, a pobteza intelectual faria, também, parte do quadro mental, bem como a timidez e ainda a escrupulosidade.
O espírito de contradição não seria senão um dos fatores compenentes do caráter de um determinado indivíduo, que se combina com outros elementos, para formar um conjunto de atitudes harmônicas ou desarmõnicas,
Nos casos nitidamente patológicos, nem nos indivíduos de temperamento contraditório, propriamente dito, que também se caracterizam pela contradição. Aqui não existe o elemento contraditório em relação a outrem.Tais pessoas são absolutamente contraditórias apenas em relação a elas mesmas. Hoje pensam de uma forma, daqui a pouco de outra. Esquecem-se facilmente do que negaram ontem para o afirmamento hoje.
Ao contrário , a contradição por vício da imaginação, certas pessoas podem encontrar a fonte do prazer na faculdade de contradizer os outros.
Não importa a elas o motivo ou a razão que as leva a discussão. O que elas querem é apenas contradizer. Existe, entre certas pessoas o gosto tal pela contradição, que se torna impossível qualquer especie de conversa. Uns são agressivos, procuram a discussão exaltada onde apenas havia uma palestra educada e ordeira.
A indivíduos que sistematizam a contradição que ficam procuram achar pontos fracos nos assuntos tratadosw e difundidos pela conversa para contradizer o outro.
Tanto isto é certo, que há indivíduo que se comprazem em contradizer tudo, enquanto outros existem que só se limitam a contradizer determinadas pessoas. Neste último caso não se trata, em absoluto, de um vício mas de um descio de caráter.
O espirito de contradição por desvio de caráter, propriamente dito, mostra-se, em regra, muito superficiais, extremamente dissociados, ou afeitos à anarquia. São portanto, mais dificeis de cura. Ao contrário, os que adquiriram o espirito de contradição por um simples vicio de imaginação.
O espirito de contradição é um vício dos piores e mais agressivos à personalidade, principalmente aqueles que se presumem educados e vivem em sociedade.
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